quinta-feira, novembro 25, 2010

O Tempo

Um telefonema desaba nossos mundos
E passam-se os segundos

Encontras-me e me ignoras
E passam-se as horas

Ódio em teus olhos irradias
E passam-se os dias

Fim de um amor sem pêsames
E passam-se os meses

Vivendo entre vários enganos
E passam-se os anos

Expectativas não atendidas
E passam nossas vidas

Ver o tempo entre meus dedos escorrer
É ter uma eternidade para morrer


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