O Vinho e a Leoa
Uvas colhidas
Morrem amassadas
DNA fermentado
Nasce Carmenere
Poderosas sinapses
Molham lábios
Ficas mais Bela
Leonino olhar
Não posso evitar
Mamífero Carnívoro
Aracnídeo
Fábula zodiacal
Dominas toda cena
Atenta a presa
A tua frente
Prazeres descobertos
Sabores agridoce
Tornam-te sedutora
Não percebes
Vitoriosa és
Estou dominado
Escorpião fugidio
Disfarce sútil
Garrafa vazia
Corações
carmenerizados
Beijo faces rosadas
Na despedida
indesejada
Noite insone
Raiva escorpiana
Janela da alma aberta
Esperando a Leoa
Buscar sua presa
Amanhece
Ondas sussurram
Leoas só caçam
Presas que se
entregam

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