Mentira
Não
mais em mim confiar
Pois
um dia menti
A
ti
Falei
sem pensar
Dele
ciúmes não tinha
Mentira
minha
Sem
os olhos piscar
Ontem
passei por teu apartamento
A
caminho de solitário jantar
Luzes
acessas nas cortinas
Imagens
descem às retinas
Corpos
em movimento
Bebo
até as duas
Apagando
imagens tuas
Volto
bêbado as três
Teu
apartamento outra vez
Luz
apagada
Estais
deitada
Imagino-te
cansada
Após
o sexo
Descubro-me
perplexo
Pensar-te
odiada
Num
canto de minha alma
Etílico
sono me acalma
Imagem apagada
Acordo
as sete
O
sol arremete
Clareando
minha mente
Concluo por fim
“Poeta
que mente
Mente
para aumentar
Seu
sofrer
E assim
Mais poemas escrever”

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